Inglês Francês Espanhol
 
   
 
 
 
 


 
     
 
Há muitos anos o Brasil convive com altos índices de letalidade decorrente da ação policial. O índice de letalidade reflete a morte de policiais, de infratores da lei e de vítimas inocentes das chamadas “balas perdidas”.

Entre as muitas causas da letalidade policial brasileira está a escassez de armas não-letais que permitam a aplicação gradual da força, de acordo com cada situação específica. Na maioria das ocorrências policiais um simples spray de pimenta pode ser suficiente para impor a lei e restabelecer a ordem pública.

Mesmo em situações graves, quando bandidos fortemente armados enfrentam a polícia, o uso de armas não-letais, como por exemplo, granadas lacrimogêneas, podem contribuir para desalojar os bandidos e facilitar a ação policial, Dessa forma, as armas não-letais dão suporte ao uso da arma de fogo e evitam-se disparos que freqüentemente atingem a população inocente.

O Brasil carrega na sua história recente algumas tragédias que poderiam ter sido evitadas caso uma doutrina sobre o uso de armas não-letais estivesse bem consolidada tanto nas polícias quanto nas Forças Armadas.

O caso de Eldorado dos Carajás pode ser citado como um exemplo de situação na qual as armas não-letais poderiam ter evitado a tragédia. Granadas lacrimogêneas, sprays de pimenta, munições de impacto controlado ou granadas de efeito moral, teriam permitido controlar a ação agressiva dos manifestantes sem causar morte ou lesão permanente.
 
 
     
 
 
 
 
©2007 Condor Não-Letal. Todos os direitos reservados.